O PAVÃO
E
OUTROS CONTOS
Notas do autor
O Pavão e outros contos é uma reunião de várias histórias que fiz e alguns são sátiras de pseudos amigos meus que comparei aos animais.
Outros foram feitos em atenção a alguns de meus alunos que me pediram para contar alguma história em sala de aula e eles foram nascendo espontaneamente à medida que o ano passava.
Sumário
1 –O pavão que queria ser rei
2 - O gambá versátil
3 - O pato que não gostava de água
4 - O peru que bebia de tudo
5 - As duas faces de Bob-
6 - Uma jovem persistente
7 - O ganso era verde
8 –A turma do sossego
9 –A galinha Petosquita
10- O cachorro que gostava de enterro
11 -O mistério insolúvel
12- O canto da mãe da lua
13- Fifi, a gazela diferente.
14- Totó, o gato pontual.
15- Charlie, o quase morto.
16- Tobi e suas traquinices
17 -O lago dos mistérios
18- O menino glutão
19 - Por que?
20 - A menina e o medo
21 - Dona Luíza
22 - Patrícia
23 - A ida e a volta
24 - A fantasia
25 - O cotidiano de um aluno
26 - A mãe medrosa
27 - A bicicleta
28 - O buraco da rua
29 - As bolas para a paciência
30 - Romualdo, o gago.
31 - Tipo de violência
32 - O menino da rua
33 - O castelo das águas claras.
34 - O cantor de ópera e seu amigo
35 - O papagaio entusiasta
36 - A menina e a rosa
O Pavão Que Queria Ser Rei
Faustino era um pequeno pavão muito lindo!
Desde pequeno que ele se tornara esperto, mas também ele era muito arrogante, vaidoso e pedante.
Quando ele solicitava alguma coisa para os seus amigos, sempre terminava com o seguinte bordão, o qual se tornara seu predileto. “Eu sou o rei, vocês são meus súditos”!
E o tempo foi passando e Faustino foi crescendo e sempre com o mesmo bordão, eu sou o rei, vocês são meus súditos!
Os animais foram suavemente observando que eles não mais gostavam de conversarem com o aquele belo pavão e quando Faustino se aproximava de qualquer grupo de animais de sua espécie, eles logo comentavam, lá vem o rei, lá vem o rei; é hora de irmos embora porque não queremos ser súditos.
Faustino, então, por ser muito esperto, logo notou que estava acontecendo alguma coisa de errada com os seus súditos, porque eles estavam sempre se afastando quando ele se aproximava e resolveu então, investigar porque, embora ele fosse o rei, encontrava-se totalmente solitário. Nem as mais belas fêmeas queriam lhe dar bola, algo estava muito errado, eles estavam contrariando as leis do seu reinado.
Aí, Faustino resolveu levantar o reino com uma festa de arromba e nela com certeza, ele iria escolher a melhor fêmea para deixar a descendência de sua espécie porque já que era chegada a hora, certamente ele na qualidade de rei teria que ser com a melhor da espécie.
Faustino convidou todo o reino, enviou uma embaixada para o reino dos pássaros a fim de que os uirapurus, os pintas-silva, os rouxinóis e outras belas espécies fossem fazer a serenata na festa.
Contratou uma equipe de mensageiros para espalhar a notícia na redondeza sobre a festa, e também a respeito dos demais concursos e sorteios que se realizariam durante o desenrolar da mesma.
À medida que o tempo foi passando, a expectativa dos animais foi aumentando e eles se tornando mais e mais curiosos sobre o que estaria planejando o rei como surpresa.
Faustino gastara toda a sua fortuna animal nos preparativos e almejava balançar o reino e tornar o seu nome conhecido em toda a região como o maior rei dos pavões de todos os tempos.
Todavia, qual foi a sua surpresa e frustração, porque no dia do aludido evento nenhum animal compareceu a festa, nem os pássaros deram o ar de suas graças. A fama do rei e dos súditos já há muito tempo tinha atravessado as fronteiras do reino.
Triste, solitário e completamente envergonhado ficou o nosso rei pavão, o qual após refletir bastante sobre o que lhe acontecera descobriu que era por causa de sua forma de tratar os seus irmãos animais. Por causa de seu pedantismo, deixara de ter amigos.
Ele aprendera a lição, contudo, como ele iria se reaproximar e conseguir reverter esse quadro?
Resolveu então, passar por uma fase de isolamento compulsório que ele achava quase certo que lhe renderia rendimentos, porque sendo ele o historiador do reino, com certeza eles no futuro próximo teriam que lhe pedir ajuda e ele estaria de braços abertos e sem arrogância para iniciar uma nova fase de sua vida e foi o que ele fez.
Tornou-se um dos pavões mais sábios do referido reino, muito mais do que um rei.
O Gambá Versátil
Severino era um gambá muito especial por ser muito versátil em suas armações para conseguir suas caças.
Ele habitava as cercanias de um lugarejo chamado Roncalli, o qual era uma localidade cercada por imensos terrenos baldios, bem como de pequenas florestas e morros.
Severino todos os dias gostava de fazer suas incursões em busca de uma frutinha vermelha parecida com urucum, a qual ele apreciava bastante.
Esse fruto tinha por demais em uma determinada fazenda, porém para ele chegar até lá tinha que caminhar bastante e fazer várias estripulias para conseguir o seu objetivo principal.
A fazenda tinha muitas aves e pequenos animais, tais como galos, galinhas, marrecos, patos, gansos, perus, cabritos, carneiros e muitos outros; como conseqüência, ovos nunca faltavam na fazenda.
Essa preciosidade à vontade na fazenda fez Severino exercitar o direito de variar de gosto alimentício e ele passou a levar diariamente dois a quatro ovos por dia. Tal fato permitiu o dono da fazenda exercitar o direto da caça ao gambá.
Cada habitante da localidade que trouxesse um gambá morto receberia em troca dois dias de dispensa se fosse da fazenda e caso não pertencesse receberia uma excelente gratificação.
Na primeira investida que Severino fez a sua preciosa caça quase se tornou o prato do dia de algum peão. Então, ele de imediato mudou a estratégia. Mudou a direção de sua caça temporariamente e, evitando os cachorros, ia buscar alimentos em árvores desprotegidas.
Todavia, os cheiros daqueles ovos gostosos deixavam o nosso Severino extasiado de esperança e também muito nervoso.
Aí, não resistindo muito, que passou o jovem Severino a fazer? – Ele passou a negociar com os coelhos que viajavam pela região e ele trazia as cenouras e eles lhe davam os ovos tão gostosos que ele pessoalmente se deliciava.
Assim, morria o perigo e ele permanecia saboreando o que ele mais gostava, os ovos.
Por muito tempo este esquema estava dando certo, até que ele cansou-se de tanto ovos e voltou ao velho esquema natural das frutas, não precisava negociar com ninguém, agora só dependia somente dele, e isso ele sabia fazer bem.
O pato que não gostava d’água
Adelino era um pato bem diferente dos demais, porque desde que nascera, jamais algum pato de sua espécie tinha visto o Adelino colocar o bico n’água.
Ele não gostava de sentir o líquido precioso sobre o seu bico.
Mamãe patusca, logo ficou preocupada coma resistência de seu filhote à água.
Dizia ela para os demais filhotes: - ele está contrariando a grande mãe natureza
Donde já se viu, um pato não gostar de água, ou deve está louco ou não é deste mundo da patuscada.
Adelino precisa com urgência consultar um pato psiquiatra para lhe tirar tais idéias de sua pequena cachola bem como tais esquisitices.
Pensando assim, mãe patusca levou o jovem filhote à clínica dos patos, contudo, não deu resultado, levou para outras clínicas e teve a mesma decepção.
Nenhum pato psicanalista ou psiquiatra conseguira curar o nosso Adelino.
Muito envergonhada com tal situação, mamãe patusca resolveu mudar-se para um local bem distante a fim de não ouvir as gozações dos demais animais sobre o seu filhote.
A grande mudança teria que atravessar o grande rio que cruzava as cercanias da região.
Bem no meio da viagem começou haver uma tremenda tempestade e a embarcação que eles viajavam foi de encontroo as rochas que serpenteavam o curso do rio. Em conseqüência, o barco foi à pique e todos os animais foram lançados às águas.
Adelino era o único animal que não sabia nadar!
Ele ficou em desespero, todavia, o velho instinto milenar o salvou!
Nadou bastante até chegar à terra firme e quando isto aconteceu, todos esperavam que ele tivesse aprendido a lição, porém, ele resolveu ir morar sozinho na floresta negra, porque lá pelo menos uma coisa ele tinha certeza, não encontraria rios caudalosos e nem água corrente a lhe perturbar.
Adelino, não aprendera a grande lição que a vida lhe oferecera.
Estava condenado a ser sempre um pato diferenciado da realidade do mundo dos patos.
O peru que bebia de tudo
César, cuja alcunha no mundo animal era César do copo, tornou-se desde cedo na redondeza em que habitava o peru que mais entornava.
Ele gostava muito de beber a cerveja do mundo animal acompanhada sempre do seu conhaque predileto.
O nosso peru costumava chamar todos os demais perus da localidade que gostavam de se emborrachar e ficavam praticamente todos os dias nos bares do mundo animal a prosear e embebedar-se.
Mas, havia uma particularidade; somente o nosso peru César do copo pagava as despesas.
No reino da peruada ele se tornou rapidamente o peru mais considerado, aonde ele chegava, logo se formava uma fila de perus amigos e em seguida começavam a entornar.
A despeito desse mau costume, o nosso César do copo tinha uma grande reputação por trabalhar em um órgão público dos mais conceituados da peruada e ele tinha o cargo de fiscal das fazendas.
Sua função consistia em analisar o tratamento dispensado aos animais, principalmente, os perus. E por causa do seu cargo ele estava sempre a fazer relatórios para os seus superiores a fim de ser analisado.
Depois voltava tranqüilamente à casa e logo em seguida chamava os perus amigos e iam à luta diária, os bares do reino da peruada para fazer o que mais gostava, beber.
Por causa disso, César do copo costumava gastar todo o capital e também as propinas recebidas ao longo do mês, às vezes, faltava ao serviço dois dias direto a fim de ficar com os amigos pelas esquinas da vida animal.
Depois de um certo tempo, o capital começou a escassear e César do copo começou a fazer horas extras de trabalho e trabalhos extras no final de semana até meio dia.
Ficando cansado de tanto trabalhar, um dia na volta do serviço ele dormiu na condução e atropelou um outro peru e isso lhe causou a maior encrenca e para se livrar dos aborrecimentos César do copo teve que corromper um delegado do reino dos perus e como conseqüência passou a dever para um peru amigo que o livrara daquela situação embaraçada.
A situação começou a ficar difícil para César do copo porque ele logo em seguida ficou muito doente e teve de deixar o serviço por seis meses, mas, por incrível que pareça ele continuou no mesmo ritmo, já que a doença não o incomodava de beber.
Aí, ele começou a pegar dinheiro do reino emprestado e quando acordou já se encontrava completamente endividado.
O nosso peru devia a maioria dos animais do reino – perus, galos, patos, marrecos, coelhos e até a alguns pássaros que também bebiam com ele, César do copo devia a todos.
O nosso peru ficou completamente desmoralizado do seu ambiente, passou a evitar encontrar-se com os antigos companheiros, porém, o que ele fez de melhor foi parar por completo de se emborrachar. Aprendera a lição. Sua maior decepção foi ter que vender sua casa para outro peru a preço bem abaixo do mercado apara pagar suas dívidas.
Seus supostos amigos, quando ele entrou em crise desapareceram por completo e ele concluiu embora muito decepcionado que seus amigos era o seu dinheiro.
Ficou muito triste, mas, não poderia ir contra a realidade que acabara de descobrir, nunca tivera amigos. Contudo, à aqueles animais que o nosso inveterado beberrão devia, ele ficou de saudar suas dívidas as quais não eram poucas e ele foi passo a passo tentando saúda-las, todavia como foi difícil porque o velho hábito de beber não queria larga-lo. Foi uma verdadeira luta de espírito contra os desejos da carne.
Em fim, prevaleceram os desejos da alma e o nosso César do copo há muito custo foi bebendo cada vez menos e pagando a seus devedores que ele achava que devia de pagar.
Meses depois soubemos que o nosso beberrão já se encontrava novamente endividado e vocês já sabem o motivo real, a bebida.
As duas personalidades de Bob
Bob chegou para nossa casa depois de já haverem morrido oito cachorros seguidamente. Ele era um Foster bem minúsculo e os habitantes da casa não deram para ele mais que cinco dias de vida e ninguém desejava cuidar ou ser o responsável por aquele minúsculo cachorro.
Bob praticamente não chorava à noite e depois que ele bebia o seu leite, geralmente caia em sono profundo e só voltava a dar o ar de sua graça nona manhã do dia seguinte.
Bob contra todas as expectativas ia sobrevivendo e já começava a demonstrar sua personalidade.
Quando se falava com ele imediatamente ele se deitava, se virava e esperava que a pessoa fizesse um monte de carinho nele.
Porém, quando alguém colocava sua refeição, ninguém poderia se aproximar dele, que de imediato Bob começava a rosnar e partia para cima de quem se aproximasse da vasilha dele.
Então, Bob colocava uma de suas patas sobre a vasilha e se punha a comer o conteúdo o mais rápido possível.
Bob foi pouco a pouco driblando as adversidades e foi crescendo com o pelo bonito e brilhoso, tornando-se forte, brincalhão e fazendo a alegria da criançada da casa pelo seu modo de ficar deitado e todo arreganhado a espera de sempre ser acariciado.
Um dia, Bob ficou doente, melhorou dois dias depois, mas em seguida caiu profundamente doente ficando por mais de 15 dias necessitando que lhe aplicasse injeções e soro diariamente. Seu veterinário perdeu as esperanças em salvá-lo porque ele estava por demais debilitado, ficava só no soro e nas vitaminas e nas injeções, as quais eram seis por dia, contudo, não dava sinal de vida ou de melhora aparente.
Bob estava às portas do cemitério, mas, novamente contra todas as expectativas ele de lá voltou e pouco a pouco se recuperou.
Meu filho o acostumou a andar diariamente de skat com ele e todas às tardes Bob, ficava ansioso para passear, de modo que quando seu parceiro de skat chegava, ele fazia a maior festa a espera do momento de ir correr com ele e se exercitar.
Outro fato curioso e por demais interessante é que Bob costumava correr diariamente em volta da casa quando via um cachorro ou outro animal passar pela rua, então, ele disparava em torno da casa e subia igual a um raio pelo “PC” da light, o qual parecia uma torre de observação e lá Bob latia e corria em torno da casa com a velocidade enorme. Após o animal passar, Bob voltava tranqüilamente ao seu posto de observação e lá ficava a dormir um gostoso sono bem sossegado.
Uma vez, por exemplo, um pobre de um gambá resolveu vir comer as frutas do pé de jambo e esqueceu que lá havia um verdadeiro leão tomando conta de tudo que existia no quintal.
Então, Bob ficou ali de guarda esperando o pobre do animal descer e quando o gambá o fez, Bob deu um bote nele e em frações de segundos o pequeno animal deixou de existir.
Outra vez foi a pobre de uma rã que depois de muita chuva resolveu se refrescar no nosso quintal e lá estava ela passeando e quando deu por si já se encontrava sendo esmagada pelo guardião do terreno, o famoso Bob.
Ele era assim, qualquer animal que passasse pelo quintal, fazia Bob imediatamente disparar para pegar e esmagar. Outra coisa que ele detestava desde sua mais terna infância, era a vassoura. Bob não admitia que ninguém varresse perto dele.
Bob, então, começava a rosnar e se a pessoa insistisse, ele avançava e pulava em cima da vassoura e a abocanhava com os dentes.
Bob era assim: carinhoso, meigo, dócil, quando não estava comendo, muito social, gostava de crianças, defensor ferrenho do terreno e muito mais.
Ele se tornou o cachorro mais popular entre a garotada que sempre que passava pela frente da casa, paravam para fazer um carinho nele e ele gostava de corresponder deitando-se e se arreganhando todo para ser bastante acariciado.
Uma jovem persistente
Em um lugar muito distante, bem lá no reino da Capadócia morava nossa heroína cujo nome era Raíssa.
A menina era muito pobre, contudo, sempre acalentara um sonho desde a tenra infância de se tornar uma cantora de sucesso no reino.
Mas, por ser pobre, ela não tinha a mínima condição de freqüentar as aulas de canto com a professora Eliete, a qual era a maior cantora da Capadócia e reinos afins.
Raíssa tinha duas primas, que ao contrário dela podiam ter tudo aos seus pé devido os genitores dela serem bem afortunados.
Os pais de Raíssa morreram em um acidente automobilístico quando ela ainda era um bebê e por não ter ninguém mais ele teve que ir morar com seu tio Xenafonte, pai de suas primas Ivanova e Irinova.
Desde cedo, tanto Ivanova, quanto Irinova a maltratavam e a humilhavam diante de todos na escola.
Para que Raíssa fosse estudar em uma escola particular ela teve que se submeter a ser a empregada oficial da casa de seu tio Xenafonte, embora na casa houvesse uma empregada em condições de fazer todo o serviço. A tia de Raíssa vendo que a menina conseguia fazer todas as tarefas caseiras e com o intuito de prejudicar a Raíssa, então, ela mandou a empregada embora e a nossa heroína passou a ser a empregada oficial e ficava sempre sendo humilhada por suas primas em casa e na escola.
Porém, a menina persistia em seu sonho de ser uma grande cantora e ao fazer as tarefas de casa ela sempre cantava para afastar as suas tristezas e decepções.
Um belo dia em que ela estava muito inspirada em seu sonho de ser cantora, ela subiu em si ma da mesa da professora e se pós a cantar uma bela canção. Todos se assustaram e se espantaram com aquela linda voz
A turma pedia mais, mais, mais...
De repente chegou a professora que necessitava ver o que estava acontecendo e de quem era aquela linda voz e quando viu que era de Raíssa, ela então solicitou que os tios da menina fossem a escola. No dia seguinte os tios da menina compareceram a escola e a professora lhes relatou o ocorrido elogiando muito a voz da menina e informou que Raíssa tinha muito talento e que era um profundo desperdício não aproveitar aquela linda voz e principalmente deixar inerte aquele potencial, então os tios resolveram procurar um produtor musical para fazer um teste com Raíssa e quando o teste foi feito o produtor musical resolveu contratar Raissa para fazer um show ao vivo em um auditório de Tv.
Ele ficou impressionado com a maravilhosa voz que Raíssa tinha e a contratou para produzir um disco.
Quando as primas Ivanova e irinova ficaram sabendo da novidade ficaram cheias de inveja, como podia ser que a empregada de sua casa pudesse se tornar uma cantora e ficaram a maltratar ainda mais a prima.
Até que chegou o grande dia que Raíssa iria se apresentar na televisão local, ia ser em um show especial.
Ela cantou magnificamente e todos a aplaudiram de pé, Suas primas ficaram tão impressiona com a repercussão e sucesso de raissa que tiveram também que se renderem a sua maravilhosa voz.
Então, todos da família passaram a se orgulhar daquela menina frágil que eles costumavam maltrata.
Agora, Raíssa se tornara uma celebridade, já podia sorrir porque sua vida mudara para sempre.
O ganso era verde.
Um ganso, cujo nome era Garibaldi encontrou um carneiro solitário e passaram a ser amigos.
Olá amigo eu sou o ganso Garibaldi e você quem é?
Vejo que você não me conhece, Ora, eu sou o grande carneiro branco, sou tão branco que eles me pegam de vez em quando para tirarem minha vestimenta para fazerem vários produtos com ela.
Oh! Amigo, comigo não é diferente, porque eles retiram minhas penas, pintam e vendem para aquelas pessoas que nos matam usarem em uma semana que todos eles ficam loucos.
Você não acha isso esquisito?
Mas é claro que é esquisito, contudo ninguém ainda tentou modificar tal coisa porque eles são muito fortes e poderosos.
O carneiro então disse: Por que então você não tem várias namoradas e com elas tem vários descendentes e logicamente suas penas não serão retiradas e vendidas?
Seu carneiro, isso é o que eu tenho mais feito, depois que me tornei adulto eu namoro bastante e de mês a mês eu vejo nascerem vários gansos, os quais somem quando estão se tornando adultos, é uma grande perda para mim vê-los partir.
Aquelas pessoas grandes não vivem sem nós, mas penso que é nossa missão: você produzindo a sua lã e eu produzindo vários filhotes os quais darão muitas penas coloridas para os homens grandes e a vida continuará, como sempre é bela!.
A turma do sossego
Caroline, Naiara, e Daniele haviam se tornado desde cedo as princesas da rua da Escola da Invernada.
Todos os moradores gostavam delas por serem umas verdadeiras bonecas. Elas eram simplesmente lindas.
Quando iniciaram os estudos elas logo se tornaram o encanto das tias da Invernada, contudo o que mais lhe chamava a atenção era sem sombra de dúvida o comportamento diferenciado dessas meninas e cada uma delas ao seu modo ia conquistando a todos os seus professores bem como aos demais colegas de classe e da escola.
Caroline era uma linda loirinha com certa de cinco anos e tinha os olhos bem esverdeados parecendo duas lindas esmeraldas. Das três, era a que tinha menos percepção, no entanto ela tinha um carisma muito forte e fazia com que os professores e professoras estivessem sempre lhe dando uma atenção a mais.
Daniele tinha seus seis anos e era completamente diferenciada das outras duas porque ela era uma verdadeira pimenta na acepção da palavra porque ela era vermelha igual a um tomate maduro e suas ações também
Daniele não conseguia ficar quieta um só instante, porque gostava de estar conversando o tempo todo tempo durante as explicações dos professores.
Ela era realmente linda! Simplesmente linda! Não havia outro adjetivo que os professores pudessem dar para ela, além disso, Daniele era muito inteligente e compreendia as aulas com muita facilidade, no entanto por ser muito bagunceira ela perturbava o raciocínio dos demais alunos.
Naiara se tornara a princesa dos professores porque ela era uma moreninha parecendo uma índia xeroqui com suas lindas tranças.
Naiara era o encanto da sala! Muito linda, inteligente, meiga, carinhosa, comunicativa e sempre prestativa com seus colegas de classe.
Por todos esses predicados ela logo chamou atenção de todos os seus professores e por causa disso começou a rolar um pouco de ciúmes dos outros alunos em relação a ela.
No entanto, por mais que a turma às vezes ficasse enciumada por causa dos dez que ela conseguia em suas provas, eles não conseguiam não gostar dela porque Naiara, sempre dava um jeito de carinhosamente ajudar alguém que dela estivesse precisando.
Então, só restava uma única saída aos demais apoiar e incentivar a linda Xeroqui.
A galinha petosquita
Há muito tempo atrás quando morávamos na Vila Norma nós tínhamos uma galinha que era a salvação da família, porque ela tinha uma perfeita regularidade em colocar ovos e chocar os seus ovos.
Petosquita era uma galinha magnífica e com certeza, dela nasceram uma grande geração de filhotes que se tornaram os frangos e galinhas que povoaram o quintal por muito tempo.
Até que em um determinado ano uma peste que não estava satisfeita com o sucesso do galinheiro veio e matou quase 100% da criação, só Petosquita e mais uns três descendentes dela se salvaram.
Ela tentou repovoar o galinheiro novamente, todavia, ela havia saído debilitada da doença e pouco meses depois ela morreu por causa de um caroço que lhe apareceu no pescoço.
Petosquita era verdadeiramente uma galinha maravilhosa.
Bem cedo ela ao acordar vinha cocoricar bem próximo à janela de meu quarto para que eu pudesse acordar e lhe providenciar o seu desjejum e quando eu o fazia, imediatamente Petosquita se punha a cocoricar e ciscar em volta do terreno.
Foram anos de satisfação ao acordar com o cocoricar de Petosquita e quando ela se foi fiquei triste porque sabia que não mais acordaria ouvindo o seu cocoricar, o qual para mim era por demais belo.
O cachorro coveiro
Vi em um determinado programa de TV um fato curioso e muito pitoresco o qual está relacionado a um cachorro que havia se tornado a fonte de todas as conversas da cidade de Carmo de Minas.
Como não sei o Nome lhe chamarei de Rossi em homenagem a um cachorro de muita estimação que eu tinha quando morava em Brasília.
Rossi costuma ficar no centro da praça principal da cidade e todos os moradores gostam dele e lhe dão alimentos, mas só não gostam de olhar pára ele diretamente nos olhos, porque há um comentário geral que aquele que o Rossi olhar diretamente nos olhos já está com os seus dias contados e geralmente não passa de vinte dias para vir a falecer por qualquer motivo.
Estando o Rossi deitado na praça principal ou dormindo e ele ao ouvir tocar o sino da igreja, imediatamente ele se levanta e se dirige para a igreja.
Entra e fica próximo ao altar sentado e olhando para o padre como se estivesse entendendo toda a liturgia religiosa e só de lá sai quando acaba a missa e faz questão de ser o último a sair. Rossi é assim dessa maneira.
Rossi é um fiel religioso, tocou o sino ele logo se desloca pra ouvir a pregação do dia e nem o padre o ousa encara-lo para expulsa-lo.
Todavia, o fato mais pitoresco que Rossi proporciona aos moradores da cidade de Carmo de Minas é ele gostar de acompanhar enterro.
Quando morre uma pessoa na cidade, Rossi parece que pressente o fato e fica andando até chegar na casa funerária e de lá sai com as outras pessoas acompanhando o enterro e faz questão de vir do lado do caixão.
Quando chega no cemitério se Rossi se não consegue ver o caixão descendo, ele imediatamente procura uma lápide bem próxima e sobe nela para ter o privilégio de ver o caixão descendo à sepultura.
Rossi se tornou um cachorro diferenciado, pitoresco, muito religioso e outras coisas a mais, contudo, todos na cidade gostam dele, só não tem coragem de olhá-lo diretamente nos olhos, porque não sabe o que estará estampado nos olhos do cachorro, sua vida ou o dia de sua morte.
O mistério Insolúvel
Todos foram à formatura e só havia ficado em casa Felipe porque o mesmo era completamente avesso a qualquer tipo de solenidade.
Saíram pelas cinco horas da manhã pára viajar e voltarem no dia seguinte.
Felipe estava já com os seus dezoito anos, todavia o seu mundo era somente os jogos de computador e nada mais fazia sentido para ele.
Soledade trancou a porta principal e levou a chave da mesma e antes de sair fez diversas recomendações pára o Felipe. Olha não quero saber de ninguém aqui na nossa ausência e também não pode usar a internet.
As portas dos três quartos ficaram abertas e com as chaves do lado de dentro dos quartos.
Naquela sexta-feira choveu torrencialmente na cidade e Felipe só saiu de casa duas vezes. Uma para comprar o pão na padaria e outra para ir jogar flippler por cerca de duas horas.
À noite começou a chover torrencialmente estava havendo uma goteira bem na porta do quarto de Soledade, mãe de Felipe e quando ele foi colocar um balde para apanhar a água que caia, Felipe notou que a porta do quarto de Soledade estava trancada, todavia, não havia sido ele a fazer tal proeza.
Ninguém havia entrado na casa porque a mesma estava trancada desde a manhã e quando ele saíra para o flipper ele trancara a porta da cozinha, portanto ninguém havia entrado.
Quando seus pais chegaram dois dias depois começaram a tentar solucionar o mistério da porta trancada. Liga para um, liga para outro... E ninguém do relacionamento da casa havia ido visitá-los, mas a porta estava trancada e procura chave aqui, procura chave ali e ninguém encontra.
Então, a solução foi arrombar a porta e quando ela foi aberta tudo estava do jeito que havia ficado, menos a chave na porta pelo lado de dentro.
Até hoje é um puro mistério como ela foi fechada e o desaparecimento da chave.
O canto da mãe da lua
A mãe da lua estava feliz e se pôs a cantar e logo os animais começaram a se afastar dela, porque seu canto era muito estridente e eles não conseguiam ficar perto dela.
A mãe da lua era pequena mais muito da tinhosa e ficou muito desapontada porque os animais a deixaram sozinha.
Então, resolveu vingar-se de todos eles de uma só vez e começou a prepara uma forma de espantar as caças dos seus predadores.
Quando as leoas iam à caça, ela imediatamente começava a cantar bem alto e as gazelas de Thompson iam mais que depressa se escafedendo à torta e à direita.
Os leões quiseram lhe fazer de lanche na primeira oportunidade, todavia a mãe da lua detinha a chave de muito dos segredos da floresta e se eles a comessem iriam ficar sem saber como funcionavam os verdadeiros mistérios da floresta e não sabiam fazer chover e tampouco fazer a chuva parar.
Só a mãe da lua detinha esses segredos e eles sabendo disso não poderiam elimina-la
Aí, os macacos tiveram uma grande idéia; que foi organizar uma competição de seresta entre os animais e convidariam a mãe da lua para estar presente às comemorações premiando os vencedores, os quais além dos prêmios previstos teriam uma grande regalia por dois anos.
A finalidade principal era acalmar a mãe da lua porque ela se encontrava muito braba e se ela começasse a gritar, todos os animais sofreriam a conseqüência dos seus gritos, principalmente porque espantaria todas as caças.
A outra finalidade seria tentar descobrir os segredos da grande floresta, o qual só a mãe da lua sabia.
Os animais passaram a espalhar a notícia do concurso em todos os reinos e no dia previsto para o início, lá estava reunida a grande maioria deles.
Os elefantes, os rinocerantes, os búfalos e os leões seriam os jurados, porque nenhum animal iria contestar as opiniões que eles descem seus veredictos.
Foi um mês direto de seresta musical para todos os gostos.
Nesse espaço de tempo foram selecionados somente dez animais de várias espécies para a grande final, os quais iria novamente se apresentar para a platéia e para os jurados.
E entre eles os jurados escolheriam o grande vencedor da competição e caberia ele receber da mãe da lua os louros da vitória e nessa oportunidade ele deveria conversar o máximo possível com a mãe da lua e lhe arrancar os segredos da floresta e de como ela fazia chover A cotovia, o quati, o tamanduá, o uirapuru, o rouxinol, a raposa, o tigre de bengala, a lontra, a onça pintada e o leopardo.
O resto dos animais passou imediatamente a torcer pelos seus simpatizantes.
A mãe da lua se encontrava em estado de êxtase, porque ela gostava de passar o tempo todo a cantar e aquele mês, havia sido maravilhoso!
Porque ela ficara a ouvir os cantos ou urros, como ela mesma dizia, de todos os animais da terra.
Mas, a mãe da lua era muito orgulhosa e logo intuiu que seu canto era de qualidade bem superior ao de todos os vencedores juntos e que somente o rouxinol e o uirapuru, poderiam lhe fazer frente.
O resto, para ela deveria somente aplaudir e trabalhar para eles.
O uirapuru foi o grande vencedor, quando ele cantou novamente a selva se tornou um verdadeiro silêncio. Todos os animais ficaram magnetizados pela beleza do canto daquela pequena árvore e após ele terminar sua participação foi aplaudido delirantemente.
Como vencedor, teve o direito aos prêmios e regalias merecidas, contudo, ele não pode resgatar os segredos da floresta com a mãe da lua, porque ela quis fazer uma competição particular e quando ela começou a cantar o seu urro era tão forte que o uirapuru logo tratou de voar para um local o mais distante possível a fim de não estragar o seu minúsculo ouvido.
Os outros animais fizeram o mesmo e logo cada um foi escafedendo-se o mais rápido possível.
Somente o leão ficou a urrar com a mãe da lua e é por isso que ele se tornou o rei dos animais porque foi o único que conseguiu abafar os urros da mãe da lua, e até hoje, ele é o animal mais respeitado da floresta.
Fifi, a gazela diferente.
Fifi era uma jovem gazela de Thompson que nunca havia se preocupado em caçar e principalmente ser a caça de algum animal faminto.
Durante muito tempo estivera caminhando com o seu grupo de iguais e quando o bando se dispersava por causa dos predadores, ela não conseguia atinar porque aquilo estava acontecendo e Fifi não ficava nem aí para o que estava ocorrendo e assim foi durante muitos e muito tempos.
A bem da verdade, Fifi era uma gazela muito ingênua e diferente das demais gazelas de sua espécie.
Em um belo domingo, bem lá nos prados do Quênia, O sol estava à pino e lá estava a nossa Fifi bem distanciada do seu grupo e pastava à vontade sem a mínima preocupação quanto a sua segurança física.
Mas, mal sabia ela que bem próximo dela estava uma bela espécie de leopardo que já se encontrava fulo de raiva porque aquela gazela, seu prato preferido, não havia ainda começado a correr.
Faminto, o pobre leopardo lambia os beiços sentindo o cheiro da presa fácil e seu estado de ansiedade crescia à medida que se aproximava da gazela.
Ele fora ensinado a correr em busca da caça que desesperadamente costumava correr à frente dele e com sua enorme velocidade conseguia capturar o animal rapidamente e facilmente.
Então, com uma patada, ele derrubava e em seguida abocanhava o animal pelo pescoço e o matava por asfixia, depois era só festejar com um excelente banquete.
Mas, aquela gazela estava sendo tudo diferente e complicando o seu manjar dos deuses! Ela não queria correr, por que? Ele não sabia dizer. Só estava torcendo desesperadamente que ela começasse a correr porque ele já começara a sentir o cheiro de outros predadores se aproximando de sua vitima. Todavia, a sua refeição era teimosa e não fazia aquilo que seus ancestrais a ensinaram.
O leopardo não fora ensinado a atacar uma presa parada e à medida que o tempo passava o Leopardo ficava mais e mais chateado com seu prato do dia.
Estava em compasso de espera e quanto mais ele sentia o cheiro da presa em suas narinas, mais e mais ele lambia os beiços pelo prazer da caça e aguçava sua fome e aumentava a ansiedade.
Mas, a infantilidade daquela teimosa gazela que se negara a correr inicialmente com os seus e depois quando viu o leopardo bem próximo dela fez vir os predadores bem mais vorazes que se sentiram atraídos pelo seu cheiro.
Três leoas e dois leões que caçavam em bando se aproximaram, expulsaram o leopardo indeciso e em poucos segundos fizeram daquela pobre gazela o seu manjar dos deuses do dia.
A jovem gazela nem soube como terminara os seus dias porque em poucos segundos os animais famintos deram cabo de sua débil existência.
Totó, o Gato Pontual.
Totó era realmente um gato muito bonito, pêlo vistoso, muito arisco e um pouco selvagem que sempre aparecia logo depois do almoço ou jantar.
Isto ele fazia questão de ser, muito pontual.
A bem da verdade, Totó se tornara extremamente pontual desde que aparecera em nossa casa pela primeira vez. Chegava de mansinho e começava a miar esperando pela sua tradicional etapa alimentar. Ficava sentado em cima do PC da light esperando e miando bravamente até sua refeição chegar.
Mas, havia um detalhe que já se tornara sua marca, não deixava que ninguém se aproximasse dele para lhe fazer qualquer espécie de agrado ou carinho.
Em qualquer investida de aproximação, Totó imediatamente saltava para qualquer lado e ficava em atitude hostil para a pessoa até que ela dele se afastasse, aí ele começava novamente a miar esperando ser servido como um verdadeiro Lord.
A bem da verdade, ele se tornara um gato não domesticável que aprendera por qualquer motivo a não apreciar qualquer espécie de carinho, dos humanos, só lhe interessava os seus manjares e isso ele sabia como nenhum outro gato apreciar porque era por demais pontual!
Sua vinda para o almoço ou jantar ocorria todos os dias, em seguida, com o estômago cheio, Totó ia embora devagarzinho à francesa, todo satisfeito.
Totó não brincava e não gostava de ninguém da casa ou da rua. A bem da verdade, ele se tornara ao longo dos anos um gato não indomesticável, assim se tornara o Totó, muito pontual, apreciador dos manjares dos humanos, mas sem qualquer contato de carinho ou afeto.
Tornara-se um gato anti-social por natureza.
Charlie, o quase morto.
Charlie foi o nome que Help deu para um cachorro que chegou à porta de seu bar, mais morto do que vivo.
Chegou somente na pele e no osso que dava para contar todos os seus ossos, ele estava doente e com muita sarna, esperava somente a morte que estava bem próxima.
Help teve pena do pobre do animal e mandou que lhe fosse dado um banho de óleo para que diminuísse as sarnas, em seguida providenciou uma ótima refeição, o levou para um veterinário que diagnosticou a doença e passou algumas injeções.
Help ficou a tratar do pobre do animal dando-lhe as injeções e, banhos de óleo e alimento necessário à sobrevivência dele.
Depois de um mês as sarnas foram sumindo e o pelo do animal foi voltando a cobrir todo o corpo do cachorro.
Depois de três meses ninguém mais conhecia aquele cachorro que chegara às portas da morte; ele se tornara um cachorro vistoso com um lindo pelo a lhe cobrir todo o corpo.
Onde Help estivesse, lá estava Charlie sentado perto de sua benfeitora. Ele era um animal dócil, todavia, nas imediações do bar da Help, ele não deixava que nenhum outro cachorro se aproximasse. Outra de sua característica era sempre que alguém da casa saia, ele ia até o ponto do ônibus com a pessoa e só de lá voltava quando o ônibus partia.
Charlie ficou muito bonito e viveu mais uns oito anos desde que chegara semi-morto à porta do bar de sua futura benfeitora.
Ele após se recuperar logo se tornou a alegria das crianças e da Help em si porque ela também era uma criança grande, apesar de ser uma comerciante muito inteligente e experta.
Tobi e Suas Traquinices
Tobi era um cão Pit Bull fortíssimo que habitava bem próximo à casa de um cão de uma grande amiga.
Inicialmente ele fora doado a sua dona a fim de que protegesse a casa, a qual ficava sozinha durante grande parte da semana e também para dar segurança à filha de sua dona que praticamente dormia sozinha na casa durante toda a semana.
O cachorro foi crescendo, ficando forte e se afeiçoando a sua dona. Depois que ele já estava adaptado à casa de suas donas, houve a necessidade delas se mudarem a fim de que fosse feita uma reforma total na casa e não havia local na nova residência.
Então, ele foi obrigado a doar o Tobi para um de seus amigos que morava próximo a sua casa. Tobi, não estranhou porque era um cachorro dócil, embora fosse um Pit Bull, não fora criado para ter um instinto assassino e sim com muito carinho, em conseqüência, ele logo se adaptou aos novos donos, todavia, no local havia vários tipos de animais e Tobi às vezes gostava de dar uma escapulida e quando ele o fazia, todos logo se afastavam dele devido à fama dos cachorros de sua raça serem ferozes. Contudo, ele sempre fora amável com todas as pessoas que visitavam o seu dono.
Um dia ele se soltou e estava a fim de brincar, mas os outros animais não compreendiam e começara a querer brigar com o Tobi.
O Lago Dos Mistérios
Quando eu morava na Capadócia, havia um imenso lago, o qual era circundado por uma intensa vegetação e a vida se sobressaia em seu redor, como por exemplo: podia-se ver claramente alguns patos nadando no lago, muitas rãs, sapos, quati, antas, muitas árvores frutíferas e outras espécies de animais que lá habitavam.
As crianças gostavam de ir para lá a fim de tomar banho no lago, mas, a bem da verdade eles iam sempre lá para se divertirem o máximo e fazerem suas estripulias.
Muitas histórias o povo contava sobre o que acontecia em torno do lago, dizia-se que certa vez três duendes apareceram e mandaram uma senhora que estava a descansar sob a sombra de uma árvore jogasse em um determinado número na loteria, ele jogou e ficou milionária.
Outros falam que um jaboti se transformou em um formoso rapaz somente para evitar que uma jovem se afogasse no lago.
A bem da verdade sempre aconteciam fatos estranhos naquele local os quais eram dados como sobrenatural até pessoas começaram a sumir quando iam para o lago.
As investigações começaram, todavia, não levavam para qualquer lado e pouco a pouco, principalmente as crianças começaram a se afastar do lago devido ao imenso medo que os pais tinham de perderem seus filhos. Dizia-se que os ETS estavam levando as pessoas em uma nave espacial muito grande a fim de fazerem experiências, principalmente com as crianças e com as mulheres bonitas, outros comentavam que uma espécie de minotauro saia cautelosamente do lago e sugava as pessoas para dentro dele e não mais se via aquela pessoa. Alguns comentavam que havia uma raça de índios que morava do outro lado do lago, bem na floresta e que raptavam as pessoas.
De modo que todos estavam evitando voltar a brincar no lago e principalmente retirar as mangas, cajus, melancias, pitangas laranjas e pitombas, as quais lá tinham de sobra.
Até que um dia chegou para o local um bravo caçador que não se incomodou em morar perto do lago e logicamente todos evitavam a presença de Honorato, que de imediato estranhou o fato de as pessoas não lhe cumprimentar, porém, ele não esquentou e foi tocando sua vida a te que um dia ele deu de cara com o responsável por toda aquela onda de mistério, o qual respondia pelo nome de tigre, sim, era realmente um tigre que chegara até aquela estância muito faminto, enfraquecido e desgarrado de seu habitat natural e, conseqüentemente foi fazendo as suas refeições diárias de toda espécie de descuidado que encontrava pelo caminho e como todo tigre é bom nadador, ele sempre abocanhava alguma criança que lá ia nadar, e como conseqüência, fez surgir o mistério.
Mas o nosso herói não se fez de rogado, porque estava acostumado às grandes caças. De imediato puxou a sua carabina e passou a mirar o tigre com toda sua cautela. Foi somente um único tiro certeiro, o qual acertou bem entre os olhos do tigre quando este fez menção de pular sobre sua vítima.
O mistério acabara! A partir daquele momento, Honorato e toda vizinhança já podia voltar a nadar no lago e passear com tranqüilidade.
O menino glutão
Otávio era um menino esperto, serelepe e que gostava muito de comer bolo.
Sua mãe estava sempre a fazer várias guloseimas para ele apreciar.
Doces sorvetes de frutas e qualquer espécie de bolo faziam parte do cardápio diário de Otávio.
Com o tempo toda a criançada da localidade passou a chamá-lo de bola porque ele se tornou um menino redondinho. Todavia Otávio nem ligava pra isso e para ele o que importava era ser feliz e está com um gostoso pedaço de bolo em sua mão.
Mas, os seus verdadeiros amigos começaram a falar com a mãe dele, Tia Zélia, que logo percebeu que eles gostavam muito de seu filho e só queriam o bem dele.
Então, tia Zélia levou Otávio ao médico e ele passou a fazer um super regime e em pouco tempo o seu hábito e modos alimentares haviam mudado por completo e ele passou a ser um menino por demais bonito e paquerado pelas meninas da redondeza e agora não mais lhe chamavam de bola e sim de filé e isso o tornava por demais envaidecido.
Por que?
Por que estou alegre?
Porque meu pai ganhou na loteria este mês, meu pai me deu um bom presente.
Então, por que tu estás com essa cara amuada?
Porque hoje eu fui assaltado.
Por que tu estás chorando?
Porque tenho que me afastar da escola por dois meses.
Por que estás sorrindo?
Porque estou muito alegre, as aulas começaram de novo e está sendo tudo novidade para mim.
A menina e o medo
Era uma vez uma menina que gostava tanto, tanto, tanto de um rapaz.
Que um diz quis o destino que ele se apaixonasse por ela.
Mas essa menina não tinha cultura, ela era um verdadeiro bicho do mato e ela tinha medo de tudo e de todos, inclusive de sua grande paixão.
Então, um dia os dois se encontraram no parque da cidade e passaram a conversar e mesmo assim ela continuava com medo. Aí, os pais dela resolveram leva-la um famoso médico a fim de ele pudesse eliminar a causa do medo de Antônia. Logo a notícia do medo dela se espalhou no colégio na rua e no bairro onde ela morava e Antônia passou a ser visitada por todos os seus colegas de classe, inclusive o seu grande amor, Luiz, o qual estava sempre por perto.
Com a calma que os colegas lhe transmitiam e de seus pais, o seu medo foi embora por completo e Antônia veio a ser feliz casando–se com Luiz.
Dona Luiza
Dona Luiza morava bem na Tijuca, bairro nobre do Rio de janeiro, quando certo dia um menino da localidade a viu muito triste à janela e lhe perguntou: Por que a senhora está triste?
É porque eu tenho muitas saudades de onde eu morava, lá eu era muito feliz e me sentia muito bem e aqui não. Estou sempre preocupada com as balas perdidas; pouco saio às ruas devido aos assaltos e é por isso que me sinto triste aqui.
Mas, dona Luiza, por que a senhora não vai dar um passeio por lá e matar a saudades do local que a senhora tanto gosta?
É Porque é muito longe e não tenho dinheiro das passagens.
Ora, mas isso é fácil. A senhora começa fazer uns bingos porque neste país tem todo tipo de jogo de Norte ao Sul e com o dinheiro arrecadado a senhora consegue comprar as passagens, a senhora não acha? Uma boa idéia! Assim dona Luiza começou a organizar bingos e com pouco tempo ela conseguiu voltar a sua terra natal.
Patrícia
Patrícia era uma menina muito legal e que conquistava muitos amigos na escola por ser uma menina muito carinhosa e afável.
Ela há muito que desejava ter um cachorrinho, mas seus pais não gostavam de criar animais e o tempo foi passando e ela sempre manifestando o desejo de ter um cachorrinho e os pais sempre se negando a dá-la.
Então, seu pai para tentar amenizar as coisas lhe deu um ursinho de pelúcia, mas quando Patrícia recebeu disse: eu não quero um ursinho de pelúcia, eu quero é um cachorrinho para que eu possa brincar com ele, já que não tenho com quem brincar na minha casa.
Estava chegando o dia do seu aniversário e no grande dia, seu pai lhe fez uma surpresa e lhe trouxe um lindo poodle, o qual se tornou rapidamente a alegria não só de Patrícia, bem como dos pais da menina.
A ida e a volta
Por que você está séria?
Porque meu filho saiu de casa pra muito longe e vai passar muito tempo fora.
Por que você está alegre?
Porque hoje chegou uma carta de meu filho.
Por que você está sorridente?
Porque ele vai voltar.
Por que está tão alegre?
É porque meu filho chegou e não mais vai sair de casa.
A fantasia
O carnaval se aproximava, então Tereza, Eliana e Camila combinaram sair para comprar suas fantasias e resolveram sair todas de índias.
A mãe de Camila ficou encarregada de fazer as costuras.
No sábado de carnaval, bem à noite elas descobriram que o pano não dava para fazer todas as fantasias porque faltava pano suficiente para a última. Tereza ficou muito chateada, mas deu o sei jeitinho e fez uma fantasia de terror com os restos dos panos e foram todas curtir o carnaval e de todas elas a que fez o maior sucesso foi Tereza.
Ela havia salvado o seu carnaval e se encontrava por demais feliz. Foi um sucesso total. Então, elas já começaram a imaginar como seria a do próximo ano, mas sem preocupação porque faltava muito tempo.
O dia a dia na escola
Todo o dia, Rafael vai à escola cansado e já chega lá cansado devido as conduções e quando de lá retorna também está cansado.
Aos sábados e domingos é só futebol e rua o tempo todo, e isso também o deixa cansado.
Todavia, Rafael adora chegar a sexta-feira porque ele sabe que passarão dois dias maravilhosos.
Rafael sabe que o bom da vida de aluno é só brincar, estudar. Mas ele tem a certeza que é brincando que se aprende na estrada da vida.
Seja no recreio, seja em jogos em sala de aula ou na rua; a vida de aluno é brincar para aprender a viver.
Por isso ele gosta de ir para à escola e brincar porque ele vai vivendo e brincando vai crescendo e passando a vida.
A mãe medrosa
Flávio, Jorge e Celina são crianças bem ativas e peraltas que estão sempre a aprontar.
Sabendo sua mãe tem medo de alguns bichinhos, elas colocaram uma lagartixa de borracha, mas bem parecida com uma de verdade, numa gaveta da mãe.
Quando dona Celeste abriu a gaveta se assustou por demais!
Eles iam começar a rir dela, todavia não o fizeram em consideração a mãe e dona Celeste falou dessa maneira:Que bom que vocês estavam em casa. Vocês são corajosos! Fico muito feliz em ter vocês como meus filhos que não tem medo e tomam conta de mim, não é verdade?
E sentada no sofá abraçou os três ao mesmo tempo, fechou os olhos e encostou a cabeça neles como se fosse uma criança também.
Aí, eles se sentiram envergonhados de terem assustado a mãe e passaram a entender o medo dela e não mais voltaram a assustá-la. Haviam aprendido a lição.
A bicicleta
Certo dia, Alfredo conversando com seus pais pediu uma bicicleta de presente de natal, já que estava se aproximando a data máxima que coincidia com seu aniversário.
Quando chegou o grande dia Alfredo foi surpreendido com uma bela bicicleta de presente de aniversário e de natal.
Radiante de felicidade, ele logo foi para a rua e começou a andar como se já fosse um verdadeiro atleta.
E lá foi o Alfredo a se aventurar nos morros. Sobe morro, desce morro e num desses buracos do morro, Alfredo caiu e estragou as rodas e ficou todo machucado.
Ao voltar para casa viu que sua imprudência tinha feito um verdadeiro estrago não só no na bicicleta como em seu corpo também.
O pai de Alfredo ficou mais preocupado com a saúde do filho do que com a bicicleta toda torta e logo tratou de verificar os ferimentos do filho a fim de que não houvesse problemas maiores.
Quanto à bicicleta, seu pai vendeu no primeiro ferro velho do local e Alfredo teve que esperar mais um ano para ter novamente o prazer de brincar de bicicleta, só que agora com mais prudência.
O buraco da rua
João adorava saltar pipas e por causa delas sempre passava raspando nos estudos. Mal chega à sua casa logo ele ia empinar uma pipa e passar o resto da tarde a fazer o que mais lhe dava prazer, saltar pipas
As chuvas torrenciais de verão haviam feito um enorme buraco na rua onde ele morava e em uma tarde que João estava por demais alegre porque já havia cortado cinco pipas e em um dos cruzamentos de pipas ele teve que vir andando de costa puxando a linha com grande rapidez e esquecendo-se do buraco caiu nele e se machucou bastante.
Aí seus amigos o ajudaram a sair de lá e o levaram para sua casa.
Como o caso tinha sido um pouco sério, devido a suspeita de traumatismo em uma das pernas, seus pais o levaram ao hospital mais próximo e eles o atenderam fazendo o de costume para o caso. Depois de ser constatado apenas um fratura e não quebra da perna. João voltou a casa e ficou triste porque seus pais o proibiram de saltar pipas durante trinta dias e se fosse pego empinando pipas perderia sua mesada pelo ano todo.
As bolas para tranqüilidade
Douglas Willian era um menino turrão, profundamente irritado, com seu estopim bem curto que estava sempre a querer brigar por qualquer coisa e não tinha paciência para nada.
Seu pai, o sr Josué, já se encontrava chateado porque quase todo dia quando chegava do trabalho ter que ouvir uma reclamação sobre o comportamento agressivo de Douglas.
Então, ele resolveu agir e comprou vários pacotes de bola de encher e chamando seu filho disse: toda vez que você perder a paciência você deve encher a quantidade de bolas necessárias até você ficar totalmente calmo e como castigo, não irá brincar o restante do dia.
Assim, logo no primeiro dia Douglas teve que encher 42 bolas e ficou dois dias sem brincar e ir á rua., aí ele começou a verificar que estava se prejudicando porque não conseguia brincar e ainda tinha que encher várias bolas por dia.
Então, diminuindo gradualmente. Assim ele descobriu que era mais fácil controlar o seu temperamento do que ficar sem brincar e ter que ficar enchendo boa de gás. Finalmente chegou o dia que ele não perdeu a paciência e não teve que encher bolas, em conseqüência ele ganhou um presente de seu pai e passou a ser mais admirado em sua rua pela mudança de postura. Com o tempo Douglas passou a ser o garoto mais educado da rua e de sua turma na escola.
Romualdo, o gago.
Romualdo era uma criança muito levada e se tornou a fonte de brincadeira de todas as crianças por um único detalhe, ele era gago.
Ninguém entendia o que ele dizia e isso o deixava por demais chateado, além disso, ele não tinha muita consistência nas pernas e caia por demais ao andar e parecia realmente um vídeo repleto das nossas atualidades.
Por causa disso ele se tornou um menino muito chato e por ser chato apanhava demais porque fazia muita peraltice e brincava com todos os meninos da rua por causa de sua gagueira.
Com o tempo e com as consultas semanais que sua mãe o levava ele gradualmente foi aprendendo a falar e sua chatice e peraltice foi amainando e rapidamente ele foi mudando da água para o vinho e é hoje um menino muito considerado por seus amigos do bairro onde mora.
Tipo de violência.
Michel morava nas imediações do Morumbi e já havia começado a trabalhar, então, no dia do pagamento ia haver um clássico no Morumbi. Lá iam jogar o Santos com o São Paulo. O Michel recebeu o dinheiro do suor de seu trabalho e ia feliz para casa quando foi abordado por dois meliantes que o assaltaram. Michel tentou argumentar que ele e a família estavam necessitando de capital, porém os assaltantes não quiseram saber e deram dois tiros no Michel que foi socorrido e levado para o hospital.
Depois de três dias ele saiu do CTI e foi para uma enfermaria normal e levou cerca de dois meses para se recuperar totalmente.
Sua mãe, disse-lhe certa vez que o visitou: meu filho foi melhor você perder o dinheiro do que ter perdido a vida, porque dinheiro vai e vem nesta vida, porém a vida nós só temos essa e se a perdermos, blau, blau...Como ela sempre falava e ele compreendeu perfeitamente.
O menino de rua
Era uma vez um menino que morava na rua, um dia ele se encontrava à porta de uma famosa padaria do bairro onde ele costumava andar e começou a pedir apenas um pedaço de pão para comer, já que se encontrava com muita fome e ninguém foi capaz de lhe pagar um pãozinho para que ele saciasse sua fome.
A dona da padaria logo disse: menino saia da porta de minha padaria porque eu não vou te dar um pedaço de pão.
Então, o menino cheio de brio estufou o peito e disse: tudo bem, eu vou sair da porta de sua padaria, mas, vai chegar o dia que a senhora vai precisar de mim e a dona da padaria respondeu: nunca eu vou precisar de um traste como você e que não mais apareça por aqui seu mendigo.
Um belo dia uma família resolveu adotar aquele menino de rua para cria-lo, já que eles não tinham filhos e ele ficou feliz da vida.
O menino começou a estudar, estudar, estudar e se formou em advogado, continuou a estudar e passou no concurso de juiz e em um belo dia que ele ia começar a julgar o caso de assassinato de um homem, qual foi à surpresa dele quando levaram a acusada para depor, era a dona da padaria.
Todavia, o lado profissional falou mais alto e ele a julgou com toda a decência da LEI. Ele estava vingado pela lei da vida.
O castelo das águas claras.
Há muito tempo atrás havia no castelo do reino encantado um príncipe escamoso que morava nas águas claras e ele vivia muito sozinho e triste porque no castelo encantado não habitava qualquer princesa e nem nos reinos vizinhos.
A rainha do castelo, a linda Suziê, sentia-se também triste e sozinha.
Ela tomava conta das águas e controlava todas as fontes e nascentes do castelo e se divertia muito cantado e dançando perto das águas, porém isso não a fazia feliz totalmente porque ela queria ter uma princesa em seu castelo e no local não havia, o que fazer?
Outra fonte de preocupação era também a ausência de um Rei no castelo, isso a deixava sem jeito toda vez que havia um visitante em seu castelo.
O príncipe vivia só a passear com a esperança de encontrar sua princesa e cada vez que ele voltava sentia-se deprimido porque, mais uma vez voltara de mãos vazias e com o coração mais triste. Ele era bem jovem e só isso que alimentava as esperanças de um dia encontrar sua linda consorte.
Um dia ele caminhava pelas águas claras quando de repente avistou a beber d’água de uma de suas fontes um belo e majestoso senhor com sua linda filha Lidiane. Ela era linda, simplesmente linda! Não havia outro adjetivo para qualificar jovem tão bela! Ao vê-la o coração do príncipe disparou imediatamente! Estava ali a sua princesa tão longamente esperada
Ele então, travou imediatamente diálogo com o pai da menina e os convidou para cearem em seu castelo e eles se apaixonaram pelo castelo e pelo local. Então, A rainha convenceu a ficarem um tempo em seu castelo na qualidade de hóspede e da convivência nasceu a paixão abrupta entre os jovens e os pais deles.
O castelo agora tinha uma linda princesa e um rei, valera apenas esperar tanto por sua felicidade!
O cantor de ópera e seu amigo
Era uma vez ...
Um belo dia de um sol radiante uma menina chamada Lorraina estava passeando pela estrada e encontrou o seu amigo Lúcio e assim falou:
Oi Lúcio tudo bem com você?
Tudo
E com você, está tudo bem Lorraina?
Tudo bem, graças a Deus.
E eles começaram a andar pela estrada e a conversar e então o Lúcio falou; vamos lá na casa do nosso amigo, qual? O cantor de ópera. O Thiago? É o Thiago.
Então vamos.
E chegando lá na casa do cantor, eles bateram palmas e lá estava Thiago cantando sua ópera predileta.
E então, mais uma vez eles batem na porta: toc, toc, toc...
O cantor abre a porta e eles fazem uma linda surpresa para o amigo comum. Eles se abraçam e ficam os três a cantar a ópera do amigo
O papagaio entusiasta
Era uma vez um papagaio entusiasta e que gostava muito de pichar e nisso o nosso papagaio tinha uma verdadeira arte. Pichava que nem gente grande.
Ficava e passeava sempre com uma lata de jet entre suas patas.
Então, um dia ele foi desafiado por outro papagaio a ir pichar em um morro da cidade, bem lá no alemão.
Quando o sol estava nascendo lá se foi o nosso papagaio e a bala estava comendo.
Desceu rapidamente o morro voando com uma bala nas penas.
Ele ficou desesperado com a bala nas penas.
Quando viu vários camburões de papagaios subindo o morro e trocando tiros com os papagaios.
Ele se escondeu atrás da montanha gritando paz, paz, paz...Quero a paz!
Passou a falar sobre a paz que não estava presente naquela favela do alemão e ele estava acostumado a ter paz no local que morava na cidade.
Então, resolveu nunca mais pichar.
A menina e a rosa
Era uma vez uma menina que gostava muito de rosas e todo santo dia ela ia ao jardim conversar com as rosas e houve um belo dia que ela estava admirando uma rosinha se movendo sobre o galho da árvore no mato, então ela foi ver qual era a causa do balanço da rosa e viu uma linda borboleta que sugava o nécta da rosa para se alimentar.
Aí ela falou assim: por que você está tão fraca e fica se balançando em minha rosa? É porque a rosa está desabrochando e é muito belo ver o desabrochar de uma rosa aí aproveito para descansar sobre ela e me alimentar.
Mas a rosa falou para a borboleta; realmente é lindo o desabrochar de qualquer rosa e nós as rosas ficamos felizes com as pessoas que nos protegem e nos admiram porque ficamos mais e mais bonitas e perfumadas e temos as visitas das lindas borboletas e das abelhas que levam o nosso nécta
FIM
Suplemento Adicional
O Pavão e Outros Contos, ( Farick )
Nome..................................................Colégio..................Grau............Série.........
Questionário sobre a obra, O Pavão e Outros Contos
1 - Qual era o sonho maior do nosso pavão?
2 – O que acontecia com os animais quando o pavão se aproximava?
3 - Qual foi a reação do pavão diante o afastamento dos animais do reino?
4 – O que o gambá gostava de fazer nas redondezas?
5 - Por que o peru se endividou?
6 - Quantas faces tinha o Bob?
7 – O Bob gostava de vassouras?
8 – Qual a cor do ganso?
9 – Quantas pessoas participavam da turma do sossego?
10 –O que a galinha petosquita gostava mais de fazer?
11 - O mistério tornou-se solúvel? (sim) (não) por que?
Comente sua resposta.
12 – Por que Fifi era uma gazela diferente?
13 – Qual a principal qualidade do Totó?
14 - Como o cachorro Charlie chegou no bar da Help?
15 – O que gostava o Tobi de fazer?
16 – O que acontecia no lago dos mistérios?
17 – Por que o menino era chamado de glutão?
18 – Por que a menina tinha medo de tudo?
19 – O que acontecia no castelo das águas claras?
Faça um breve comentário sobre o que você achou de melhor e de pior no livro e qual a sua opinião geral sobre esta obra?
terça-feira, 6 de março de 2007
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